Começar uma carta, começar um poema, uma crônica, um livro...
As palavras brigam para sair. Todas querem ser a primeira. São como crianças...
Temos que ser os adultos da história e organizar a "fila": você primeiro, você depois. Mas elas não ficam quietas no lugar, afinal, criança é assim mesmo! E umas insistem em tomar a frente, vir primeiro. Outras ficam mais conformadas, aguardando o seu momento...
Escrever é assim.
Trazer de dentro o conflito das palavras soltas e domar seu ímpeto, controlar seus impulsos. As palavras vêm carregadas dos nossos sentimentos, e quando se juntam, contam nossa história, expressam nossas alegrias, desabafam nossas angústias, revelam nossos segredos, até os mais íntimos.
Afinal, elas vieram de dentro de nós, de onde estão guardados os nossos lixos e os nossos tesouros!
Sejam bem vindos! Meu nome é Lua Rocha.
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